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04/10/2017

Câmara Mirim aprova propostas que visam romper preconceitos e intolerância em JF

Criar centros regionais de denúncia e atendimento à vítimas de preconceito; promover encontros trimestrais nas escolas, abertos à participação da comunidade, voltados para discussão de temas relacionados a gênero e sexualidade; combater o bullying. Estas são algumas propostas aprovadas nesta quarta-feira, 4, durante plenária do projeto Câmara Mirim. O objetivo do encontro foi escolher cinco entre as dez propostas elaboradas por todos os alunos das dez escolas participantes do projeto.  Confira todas as propostas abaixo.

Na oportunidade, foi apresentado e ficará exposto até dia 31 de outubro, na galeria Vereador Ivan Barbosa, os banners feitos pelos estudantes na atividade “ Como vejo o bairro da minha escola”.

A vereadora Ana do Padre Frederico (PMDB) destacou que os jovens são os representantes de amanhã, e que a participação deles nesse projeto é importantíssima para o engajamento político no futuro.

“É uma honra desenvolver esse projeto e o nosso objetivo sempre foi e sempre vai ser, a formação de jovens e o despertar da política. Esse projeto como o Parlamento Jovem é importante para a gente plantar a semente da educação política em todo o mundo”, ressaltou o presidente da Câmara, vereador Rodrigo Mattos (PSDB), que presidiu a sessão.

As cinco proposições aprovadas pelos estudantes serão encaminhadas à Mesa Diretora.


Propostas aprovadas de cada subtema:

Subtema 1: Ações para romper os preconceitos

1.  Deverá o poder público criar centros regionais de denúncia e atendimento à vítimas de preconceito. Tais centros devem acolher as vítimas de intolerância e preconceito, fazer a triagem/avaliação e encaminhar denúncias aos setores responsáveis e prestar atendimento psicossocial a pessoas vítimas de preconceito.

2.  Encontros trimestrais nas escolas, com profissionais capacitados e que sejam abertos à participação da comunidade, voltados para discussão de temas relacionados a: gênero e sexualidade, direitos humanos, direitos do idoso, intolerância religiosa, violência doméstica e social, dentre outros que possam alertar a comunidade e os alunos contra todas as formas de preconceito e intolerância.

3.  Acrescentar na formação dos educadores cursos que ajudem a identificar práticas abusivas, como o bullying, e instruir métodos eficientes para o seu combate, bem como definir punições para atitudes desse tipo.


Subtema 2: Para superar as intolerâncias nas redes sociais

4.  Caberá ao poder público disponibilizar aplicativo (disque denúncia), no qual as vítimas de violência nas redes sociais possam denunciar tais atitudes para investigação e abertura de inquérito dos diretamente envolvidos.

5.  Criar uma campanha na rede social de integração das pessoas para combater a intolerância virtual. Para isso, criar um mês determinado na conscientização da população virtual com alunos, professores, psicólogos e pedagogos para alertar os perigos e benefícios das redes sociais.
 

Informações: 3313-4734 / 4941 – Assessoria de Imprensa
 

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