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SEDECON

10/10/2018

Sedecon dá dicas de compras para o Dia das Crianças

Com a proximidade do Dia das Crianças, o Serviço de Defesa do Consumidor (Sedecon) dá dicas na hora de fazer as compras. Além de uma pesquisa de preço aliada à qualidade e adequação dos produtos, o consumidor deverá estar atento às condições de pagamento e de troca em caso de vício.

Se o consumidor optar pela compra à prazo, evite pagar com carnês de loja, pois o juros são altos. Se optar por fazer a compra no cartão, não aceite pagar valor maior que o da venda à vista ou realizar o parcelamento no cartão, pois o juros são mais altos ainda.

No caso de vício do produto, o consumidor deverá reclamar no prazo de até 90 dias e os fornecedores terão o prazo de 30 dias para sanar o vício. Não o fazendo neste prazo, o consumidor terá o direito de exigir à sua livre escolha a substituição do produto ou a restituição da quantia paga.

Nas compras pela internet (e-commerce), a cautela deve ser redobrada, isto é, além do consumidor verificar as condições de venda e a política do site, deverá ficar atento se o vendedor informa todos os seus dados cadastrais, inclusive endereço físico e telefone para reclamações.

As orientações no caso de vício são as mesmas para o caso da venda nas lojas físicas. A única novidade é que o consumidor poderá desistir da compra no prazo de sete dias (prazo de reflexão) contados da compra ou do recebimento do produto.

A qualidade e a adequação do produto é condição essencial para o negócio. Por isso, o Sedecon faz um alerta para os pais e responsáveis na hora da compra do presente para o Dia das Crianças. Seja nacional ou importado, brinquedos para crianças de até 14 anos devem conter o selo de Identificação da Conformidade do Inmetro.

O selo, que contém a marca do Inmetro e a do organismo acreditado responsável pelo processo de certificação, é a evidência de que o produto passou por diversos ensaios de segurança exigidos pelo regulamento.

Brinquedos comercializados no mercado informal oferecem riscos à segurança das crianças, desde a ausência das informações obrigatórias, como a faixa etária, até a presença de metais pesados ou de bordas cortantes e partes pequenas que podem ser engolidas ou inaladas.


Para ajudar familiares e professores a fazer uma compra segura, o Inmetro faz algumas recomendações:

 
. Procure pontos de venda legalmente estabelecidos, jamais em mercado paralelo. O mais barato pode sair muito caro.

. Compre somente brinquedos que contenham o selo com a marca do Inmetro. A presença dele é obrigatória e indica que o produto, antes de ser colocado no mercado, foi submetido a ensaios em laboratórios acreditados e atendeu a requisitos mínimos de segurança.

. O selo deve estar sempre visível, impresso na embalagem, gravado ou numa etiqueta afixada no produto, e deve conter a marca do Inmetro e o logotipo do organismo acreditado pelo Inmetro que o certificou.

. Todo brinquedo importado também deve ser submetido a ensaios em laboratórios acreditados ou reconhecidos pelo Inmetro e deve trazer o selo, bem como todas as informações presentes na embalagem e no manual de instrução em língua portuguesa, bem como especificar as informações de matérias-primas usadas no mesmo.

. Selecione o brinquedo considerando a idade, o interesse e o nível de habilidade da criança. A faixa etária a que ele se destina deve constar na embalagem, assim como informações sobre o conteúdo, instruções de uso, de montagem e eventuais riscos associados à criança, além do CNPJ e do endereço do fabricante.

. Se você tem filhos em idades diferentes, redobre a atenção para que os menores, em especial aqueles até 3 anos, não tenham acesso aos brinquedos dos mais velhos. Alguns produtos podem conter partes cortantes ou muito pequenas, que podem se desprender e ser ingeridas ou mesmo inaladas, causando sufocamento.

. Na hora da compra, exija nota fiscal, tíquete do caixa, recibo ou equivalente que somente empresas legalizadas possuem. Esse simples hábito pode favorecer a reclamação do consumidor no caso de o produto ser impróprio para consumo e/ou defeito do mesmo.

. Retire a embalagem do brinquedo antes de entregá-lo à criança, a fim de prevenir acidentes com grampos e similares, e até mesmo o risco de sufocamento.

. Leia com atenção as instruções de uso presentes na embalagem ou em seu interior e procure repassar estas instruções para a criança. Procure, ainda, supervisionar o uso do brinquedo pelas crianças.

. Os pais devem redobrar a atenção com brinquedos eletrônicos. Se usados indevidamente, ou se mal projetados ou construídos, podem causar graves acidentes, como choque elétrico ou queimaduras.

. Se o brinquedo estiver sem o selo do Inmetro, entre em contato com a Ouvidoria do Instituto através do telefone 0800 285 1818.


Informações: 3313-4722 / 4941 – Assessoria de Imprensa
 


Apresentação

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